Em 9 meses, Toledo já investiu quase R$ 44 milhões em obras estruturantes

Publicado: Sex, 29/09/2023 14:33 | Modificado: Seg, 02/10/2023 17:51
  • Somados os contratos executados durante 2023 e os que já têm a ordem de serviço assinada, chega-se à marca de R$ 43.935.499,86 (85,15% de recursos próprios)
    Somados os contratos executados durante 2023 e os que já têm a ordem de serviço assinada, chega-se à marca de R$ 43.935.499,86 (85,15% de recursos próprios)
  • Somados os contratos executados durante 2023 e os que já têm a ordem de serviço assinada, chega-se à marca de R$ 43.935.499,86 (85,15% de recursos próprios)
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  • Somados os contratos executados durante 2023 e os que já têm a ordem de serviço assinada, chega-se à marca de R$ 43.935.499,86 (85,15% de recursos próprios)
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  • Somados os contratos executados durante 2023 e os que já têm a ordem de serviço assinada, chega-se à marca de R$ 43.935.499,86 (85,15% de recursos próprios)
    Somados os contratos executados durante 2023 e os que já têm a ordem de serviço assinada, chega-se à marca de R$ 43.935.499,86 (85,15% de recursos próprios)

 

Setembro chega ao fim neste sábado e em nove meses a Prefeitura de Toledo já investiu R$ 43.935.499,86 em obras estruturantes na cidade e no interior. Entram nesta conta os contratos executados durante 2023 e os que ainda não começaram, mas já estão com a ordem de serviço assinada.

Deste total, R$ 38.124.353,95 (85,15% do total) são de recursos próprios do governo municipal e os R$ 6.525.210,06 (14,85%) provém de fontes externas, como o Paranacidade, instituição de fomento vinculada ao Governo do Estado (R$ 2.222.428,91 ou 5,06%) e o Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), da Caixa Econômica Federal (R$ 4.302.781,15 ou 9,79%). Por falar em Finisa, o contrato entre o banco estatal e a Prefeitura de Toledo prevê aporte total de até R$ 20 milhões em contratos que serão celebrados até o fim deste ano.

O secretário da Infraestrutura Rural e Urbana e de Serviços Públicos, Maicon Bruno Stuani, destaca o zelo da atual gestão em relação ao assunto, destinando para a pasta o terceiro maior orçamento da administração municipal, atrás somente de Educação e Saúde. “No interior, nosso foco é permitir o melhor escoamento da nossa produção agropecuário cujo valor bruto, o VBP, é o maior do Paraná. Isto está sendo feito tanto na pavimentação ou recuperação asfáltica quanto na conservação dos trechos que ainda não foram asfaltados. Na cidade, estamos levando a sério a questão da mobilidade urbana, o que inclui adequação de vias, passeios e galerias pluviais. São vários projetos espalhados por todo o município, com os quais a população só tem a ganhar agora e no longo prazo, o que, conceitualmente, caracteriza estas intervenções como obras estruturantes”, explica. “Temos inúmeras demandas que estão nas mãos de um equipe muito competente e dedicada. Em nossas reuniões sempre comentamos que o trabalho de hoje reflete no amanhã da nossa gente e, se não for bem feito, a população vai notar e reclamar. Felizmente, situações assim têm sido cada vez menos comuns”, relata.

Segundo o prefeito em exercício, Ademar Dorfschmidt, estas obras estruturantes beneficiam o município tanto em termos de qualidade de vida quanto econômicos. “A conservação da nossa malha viária proporciona mais tranquilidade para quem circula por ruas e avenidas, e nas estradas rurais esse investimento representa um melhor escoamento da produção, que precisou ser melhorado nas vias cuja pavimentação asfáltica encontrava-se deteriorada. As urbanizações que estamos realizando também revitalizam o espaço urbano, deixando nosso município mais belo e com mais mobilidade. Por falar nisso, também estamos investindo em ciclovias, uma maneira de incentivarmos a utilização da bicicleta como meio de locomoção e também como exercício que faz bem para a saúde”, observa. “Pensando ainda no bem-estar da nossa gente, temos feito intervenções para melhorar a drenagem das águas pluviais em pontos onde costuma haver inundações quando tem fortes chuvas. Não se pode esquecer dos investimentos em calçadas nos imóveis da prefeitura, nas praças e em ações voltadas ao fornecimento de luz e água, ações que também fazem a diferença na vida das pessoas e que estão neste pacote que, se calculando só os contratos executados ou com ordem de serviço assinado, chega a quase 44 milhões de reais”, pontua.

 

Infraestrutura rural

A maior fatia desses quase R$ 44 milhões investidos por Toledo até aqui em 2023 ficou para a malha viária do interior: R$ 11.786,852,40, dos quais R$ 2.577.711,64 oriundos do Finisa e R$ 9.209.140,76 de recursos próprios. Na recuperação asfáltica de 43.542,66 metros lineares de vias rurais foram aplicados R$ 8.819.936,91 [R$ 1.434.353,25 na OT 418-A (PR585/Linha Tapuí - 3.580 metros), R$ 592.476,94 na OT 106 (Vila Nova - 4.920 metros), R$ 550.881,45 na OT 327 (Novo Sobradinho/Biopark, 1.740 metros), R$ 1.602.790,69 na OT 530 e na Rua Vereador Valdomiro Franco de Souza (4.891,40 metros/Cerâmica Prata), R$ 696.826,30 na OT 112B (Linha da Produção/Dois Irmãos - 2.868 metros), R$ 1.878.529,84 na OT 110 (Linha São João - 6.743,26 metros), R$ 218.591,20 nas OT 107 (São Miguel - 5.100 metros) e 311 (Boa Vista-2.900 metros), R$ 620.757,30 na OT 006 (Cerro da Lola – 1.300 metros), R$ 351.730,00 na OT 419 (Linha Tigre  - 2.900 metros) e R$ 872.999,94 na OT 111 (Dez de Maio/Vila Ipiranga-6.600 metros)] e mais R$ 2.966.915,49 na pavimentação asfáltica de 3.419,70 metros em três estradas situadas na localidade de Vista Alegre: OTs 547 (1.400 metros), 104 (1.006,7 metros) e 408 (1.013 metros)

 

Sem buracos e inundações

A manutenção asfáltica das vias urbanas também recebeu atenção. Com 100% de recursos próprios do município, R$ 9.465.179,76 foram destinados a seis contratos de recuperação. Deste total, R$ 2.154.186,37 foram para dois contratos de recape e tapa-buracos, R$ 1.386.824,13 para o recape de 11 ruas do Jardim Coopagro, R$ 1.714.164,30 para o recape em cinco ruas do Centro, da Vila Pioneira e do Jardim Coopagro, R$ 3.511.227,66 para seis ruas dos Jardim Coopagro, Centro e Jardim La Salle e R$ 698.777,30 para a Rua Almirante Tamandaré.

Igualmente distribuídas pelas áreas urbanas da sede e dos distritos, as ações de combate a inundações em dias de chuvas fortes receberam investimento de R$ 2.238.084,85. O maior contrato, de R$ 948.884,95, destina-se à recuperação da rede de drenagem, acessibilidade e recomposição asfáltica em 20 pontos da cidade. O município obteve, via Finisa, valor semelhante (R$ 936.238,24) para a construção de um emissário de águas pluviais em Novo Sarandi. Foram disponibilizados ainda R$ 352.961,66 para serviços de drenagem urbana em sete ruas do Jardim Pancera e três do Jardim Coopagro.

 

Urbanizações, passeios e ciclovias

Os projetos de reurbanização iniciados ou concluídos em 2023 receberam investimentos de R$ 10.989.574,34. Para o da sede da localidade de Ouro Preto foram destinados R$ 6.316.429,29 e R$ 4.673.145,05 foram aplicados no da Rua Carlos Sbaraini, no trecho entre a Avenida Attílio Fontana e a PR 585.

Outro conjunto amplo de ações em infraestrutura urbana está sendo feito em relação aos passeios. Dos R$ 2.909.290,46 direcionados para esta finalidade, R$ 2.576.108,74 advêm de dois contratos para manutenção de calçadas, meios-fios e bocas de lobo em vários ponto, R$ 277.684,50 para adequações no entorno do Terminal Rodoviário Alcido Leonardi e do Terminal Urbano Luiz Grando, R$ 55.497,22 para os arredores da sede da Secretaria Municipal da Saúde (R$ 38.890,58) e do Centro Multiuso do São Francisco (R$ 16.606,64).

As condições de tráfego dos ciclistas de Toledo ficarão melhores com as intervenções no canteiro central da Avenida Parigot de Souza (entre a Rua Barão do Rio Branco e Avenida Nossa Senhora de Fátima) – investimento de R$ 879.961,05 – e com o início da construção da ciclovia que ligará o distrito de Novo Sobradinho à BR 163 (OT 007), que demandará recursos na ordem de R$ 2.765.300,73. Somados, estes projetos têm orçamento de R$ 3.645.261,78, sendo R$ 2.222.428,91 de provisões do Paranacidade e R$ 1.422.832,87 de recursos próprios.

 

Abastecimento e convivência

Se estamos falando em obras estruturantes, é necessário falar de dois recursos básicos – água e energia elétrica – para os quais o governo municipal destinou R$ 1.201.342,09. Deste total, R$ 723.603,62 foi para o abastecimento hídrico em Linha Mandarina, R$ 472.125,26 para a ampliação da rede de energia de nove vias (Avenida Maripá e ruas Estefano Secchi, Guaíra, Hermes da Fonseca, Júlio Verne, Marcondes de Albuquerque, Pinheiro Machado, Santo Ângelo e Willy Barth) de vários bairros e R$ 5.613,21 para a entrada de energia nas instalações da Feira do Produtor do Jardim Gisela.

Os espaços de convivência também receberam atenção especial: R$ 1.699.914,18 de investimento, sendo R$ 435.869,61 via Finisa e R$ 1.264.044,57 com recursos próprios. Estão neste “pacote” a construção da Praça Hortênsias, no Jardim Pancera (R$ 399.986,85) e as reformas das praças da Bíblia, na Vila Boa Esperança (R$ 871.042,15), e Ari Pinto de Andrade, no Jardim Paraná (R$ 428.885,18).