Cursos da Unioeste analisam os peixes e contaminantes microbiológicos Parque Ecológico

Publicado: Qua, 08/02/2023 16:34
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A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste – campus de Toledo) realiza um diagnóstico sobre as espécies de peixes presentes no lago do Parque Ecológico Diva Paim Barth e na Sanga Panambi, bem como de contaminantes microbiológicos e metais pesados. A ação acontece por meio de uma parceria entre a Unioeste e a Secretaria de Meio Ambiente de Toledo e tem a participação de professores dos cursos de Engenharia de Pesca e Engenharia Química, assim como de estudantes da Engenharia de Pesca.

Professores e estudantes da Unioeste estiveram no local na manhã de terça para as primeiras coletas de material, que será avaliado nos laboratórios da Universidade. O projeto pretende levantar quais as espécies de peixes que habitam o Lago Municipal e a Sanga Panambi; avaliar a qualidade microbiológica da água para o cultivo de organismos aquáticos; verificar a qualidade microbiológica do pescado no Lago, relacionado à segurança para consumo humano; e identificar e quantificar os elementos alumínio e cobre presentes nos peixes.

“O pessoal da Universidade vai trabalhar na captura dos peixes no período da manhã e tarde, portanto, nos próximos dias, teremos algumas movimentações atípicas na região do Parque Ecológico. A intenção é ver se ainda são as mesmas espécies, a sanidade dos peixes, entre outros detalhes”, comentou o secretário de Meio Ambiente de Toledo, Júnior Henrique Pinto.

A professora do curso de Engenharia de Pesca da Unioeste, Maristela Cavicchioli Makrakis, explica que esta pesquisa auxilia o poder público a planejar as ações voltadas para o Lago Municipal. “A pesquisa que estamos fazendo pretende fornecer informações que possam auxiliar nas ações preventivas, elaboração de recomendações para o manejo, na recuperação e na preservação da qualidade da água e, também, no sentido de tomada de decisão quanto às atividades de recreação, de pesca e de repovoamento de peixes no Lago. Enfim, para auxiliar na gestão pública no uso do lago do Parque”, argumenta a professora.


Texto e fotos: Daniel Schneider/Assessoria de Comunicação Social da Unioeste