Central de Especialidades zera fila para ultrassonografia mamária bilateral

Publicado: Qua, 05/10/2022 10:36 | Modificado: Qui, 06/10/2022 09:51
  • Na semana passada, a Central de Especialidades Oswaldo Luiz Ricci conseguiu zerar a demanda reprimida por ultrassonografias mamárias bilaterais
    Na semana passada, a Central de Especialidades Oswaldo Luiz Ricci conseguiu zerar a demanda reprimida por ultrassonografias mamárias bilaterais

 

Nos quatro cantos do planeta estão sendo promovidas ações alusivas ao Outubro Rosa, campanha que visa à prevenção do câncer de mama. Além de promover várias ações na atenção primária, Toledo também contribui para a causa no âmbito da média complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Na semana passada, a Central de Especialidades Oswaldo Luiz Ricci conseguiu zerar a demanda reprimida por ultrassonografias mamárias bilaterais, exame diagnóstico realizado em mulheres que recebem encaminhamento médico para o exame, conforme indicações clínicas. Com isso, o tempo médio de espera, que já foi de dois anos, diminuiu gradativamente com os mutirões realizados e alcançou-se o objetivo de zerar a fila, oportunizando o acesso mais rápido das pacientes à realização do exame.

 

A diretora da Rede de Atenção Especializada da SMS, Katheli Mayumi Hino do Nascimento, observa que essa redução teve início em outubro do ano passado. “Fizemos na época um mutirão de três meses e ao final do ano, o tempo de espera baixou de dois anos para 11 meses. Já neste ano, esse tempo foi sendo reduzido gradativamente e, como forma de presentear Toledo para o Outubro Rosa, conseguimos zerar a fila na última semana de setembro”, explica.

 

Essa conquista se deve a um conjunto de ações empreendidas pela Central de Especialidades no sentido de fazer contratações extras de exames e consultas em áreas onde havia maior demanda reprimida. “No início deste trabalho dos mutirões, das ultrassonografias mamárias tínhamos cerca de 900 mulheres na fila e, nas primeiras ligações, muitas delas recusavam o agendamento porque, como o tempo de espera era muito longo, muitas já tinham feito o procedimento por conta própria. Nos últimos tempos, com menor tempo de espera, as pacientes recebem muito bem a notícia que chegou a vez de elas serem atendidas e temos percebido que o absenteísmo tem sido muito baixo”, relata. “Em se tratando de uma questão tão séria, esse equilíbrio que promovemos é fundamental para que as mulheres toledanas atendidas pelo SUS tenham o acesso mais rapidamente possível a um exame tão importante para a saúde da mulher e não tenham que aplicar recursos próprios com exames na rede particular de saúde”, salienta.