10 de Junho de 2014 at 16:30h

Agentes de combate às endemias participam de capacitação

Preocupados com os focos de epidemia de dengue nos municípios vizinhos de Guaíra, Palotina e Terra Roxa, a 20ª Regional de Saúde de Toledo promove uma capacitação através do Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD). A formação é destinada aos 27 agentes de combate as endemias toledanos. O curso começou na segunda-feira (09) segue até a próxima quinta-feira (12).

O coordenador de Controle da Dengue da 20ª Regional de Saúde, Valter Baez, informou que o curso vai aprimorar os agentes para as visitas e orientações que serão dadas junto à população. “Estamos preparando esse pessoal para atividades de campo como contenção da doença e cuidados necessários como forma de prevenção”.

Valter destacou ainda que a Dengue é uma doença que está em expansão e que tem preocupado vários estados brasileiros, principalmente neste período do ano. “A situação em Toledo está sob controle, são 19 casos confirmados até o momento e esse curso, vai melhorar e minimizar a situação na nossa região”.

O coordenador também lembrou que muito mais do que preparar os agentes para o combate ao mosquito, o controle doença só é possível com o auxílio e participação da população, que muitas vezes deixa a desejar. Valter orientou as pessoas a fazerem a busca ativa em suas residências, localizando recipientes que possam acumular água, evitando assim a proliferação dos mosquitos. “Apesar do empenho das equipes de combate às endemias, nós sabemos que não é possível erradicar todos os focos do município. Ainda mais nessa época do ano, onde as chuvas são mais frequentes, por isso pedimos a colaboração dos cidadãos”.

Para o coordenador do Controle e Combate às Endemias em Toledo, Genair Grunevald, o curso vem auxiliar no que já é desenvolvido pelos agentes toledanos. “Estamos sempre atentos aos casos suspeitos, sempre buscando manter o município com a doença dentro dos padrões aceitáveis”. Genair ainda lembrou que a melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. “Para isso, é importante não reter água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros”, finalizou.