A segunda edição do Festival de Curtametragem de Toledo, promovido pela Secretaria de Cultura, tem movimentado o município nos últimos dias. Não somente as equipes inscritas no Curta Toledo, mas a comunidade em geral pode conferir as mostras que aconteceram em paralelo ao evento. Na segunda e terça-feira (26 e 27), foram apresentadas produções cinematográficas feitas por alunos do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade da Integração Latino Americana (UNILA) e de Comunicação Social da Faculdade Sul Brasil (Fasul). As exibições aconteceram no auditório da Fasul.
Na ocasião, os alunos dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo da Fasul conferiram a mostra, que na segunda-feira rodou curtas metragens dos alunos da Unila. “É uma oportunidade muito bacana de descentralização dos materiais, já que as produções acadêmicas acabam ficando restritas à Universidade e um dos principais objetivos do cinema é justamente chegar ao público”, disse a coordenadora do curso na Unila, Franciele Rebelato.
Na terça-feira, a mostra apresentou documentários produzidos por acadêmicos dos cursos de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e Publicidade e Propaganda, da Fasul. Na visão do professor Alex Sandro Araújo Carmo, esse momento é de mostrar que o aprendizado na sala de aula, não fica somente dentro de sala. “Um evento como este, onde se pode fazer uma mostra dos trabalhos desenvolvidos dentro da academia, da sala de aula, é um momento em que a gente consegue dar visibilidade ao curso e também aos alunos. Aqui eles são os produtores, então, isso mostra que eles estão qualificados e preparados para atuarem no mercado de trabalho”.
Alex também destacou que o curso não é de cinema, ou de produção audiovisual, mas esta é uma das cadeiras que o curso de Comunicação Social tem. “Nós qualificamos os alunos a trabalharem com produção audiovisual, desde a concepção da ideia, ao próprio momento de produção, onde eles atuam, produzem, filmam e fazem todo o processo de finalização. Assim, temos um produto que primeiro é pedagógico e depois se torna social”, concluiu o professor.
