O índice de infestação da dengue diminuiu em Toledo, de acordo com o quarto Levantamento de Índice do Mosquito Aedes Aegypti (LIRAa) divulgado nesta quarta-feira (22), pelo Comitê Municipal de Mobilização Social Contra o Aedes Aegypti de Toledo. A apresentação foi realizada no Auditório Acary Oliveira, anexo a Prefeitura de Toledo.
O Levantamento desde janeiro até o mês de julho está caindo cada vez mais, em Janeiro o índice foi de 3,2%; Abril 3,0%; Maio 1,3% e Julho 0,4%. Estes levantamentos são realizados seis vezes por ano, a cada dois meses.
Segundo a Supervisora geral da equipe, Loriane Zanotto, os dados dos últimos meses de casos no município revelam 81 casos suspeitos; 5 casos aguardam resultado; 71 casos descartados; 3 casos confirmados importados e 2 casos confirmados autóctones, quando a doença é contraída dentro do estado..
Loriane comparou os índices dos anos anteriores com a 4ª coleta de dados. “Tivemos os menores índices dos últimos sete anos, algo muito raro. Pelos dados históricos conseguimos manter o baixo índice epidemiológico, pois teríamos dois anos de epidemia, no entanto, mantemos um ano tranquilo, com apenas cinco casos até hoje”.
A cada 60 dias é realizada uma reunião do Comitê Contra o Aedes Aegypti, para que seja discutido os dados e a real situação que o município se encontra, na ocasião várias entidades são convidadas à participar. Este ano já foram quatro levantamentos.
A equipe de endemias atende em todo o perímetro urbano e rural de Toledo. Nos últimos dois meses as visitas foram reduzidas por conta da chuva. Se você perceber que agentes não passaram em sua residência enquanto estava em casa, ligue e agende no (45) 3378-5177
Na avaliação do coordenador de Combate às Endemias, Selidio José Schmitt, os dados estão sendo favoráveis. “Esse ano só tivemos dois casos autóctones e três casos importados. A infestação também está baixa, conseguimos controlar bem o município, e o frio ajuda muito nessa época, mas isso não quer dizer que termina com o mosquito”.
Ele ainda pede apoio a população para os cuidados em casa. “Todos devem fazer seu dever de casa, eliminando qualquer objeto que acumule água, para que na chegada do próximo verão a gente tenha uma situação mais favorável, não só em relação ao Aedes Aegypti, mas também o pernilongo que causa muito incômodo para as pessoas”, explicou
