Novamente o município de Toledo é destaque internacional. A Cozinha Social está na Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), através do Programa de Alimentação e Agricultura (FAO). O formulário destaca as ações da Cozinha Social e Restaurantes Populares (RP) e foi traduzido para os idiomas inglês, espanhol e francês. O documento está disponível no link //www.boaspraticas.org.br.
Segundo o diretor da Cozinha Social, Luiz Carlos Bazei, a disponibilização do formulário engrandece o trabalho realizado pela Prefeitura em relação às boas práticas de manipulação de alimentos em Toledo, bem como as ações que evidenciam o quão é importante a ação da Cozinha Social e a transformação que ela promove nos diversos setores envolvidos. “No documento consta todo o trabalho que gera qualidade na alimentação popular”, relatou Bazei.
O manual ainda destaca o trabalho de sustentabilidade e apresenta trabalhos junto às comunidades. “Atualmente temos cinco restaurantes populares funcionando em mais três iniciaram atendimento em breve. Além disso, fornecemos alimento para mais 30 escolas municipais, com 12.000 refeições por dia e mais 3.000 refeições diárias nos cinco RP’s”, afirmou.
A cozinha social ainda fornece lanche para os Centros de Referências de Assistência Social, idosos, Pastoral da Criança e outras dez entidades sociais. “Ter o nosso formulário na ONU apenas valoriza e aumenta a nossa responsabilidade para com a população de Toledo. Nosso objetivo é continuar minimizando a situação de insegurança alimentar no município e melhorar a qualidade de vida da população, além de diminuir as dificuldades enfrentadas pelos produtores familiares nas questões de comércio e produção”, concluiu Luiz Bazei.
Atualmente, o PAA Municipal conta com 173 produtores beneficiados, sendo que 61 estão somente no PAA Municipal e 112 também inscritos no PAA Federal. “Isso permite a centralização da produção de alimentos e reduz os custos do processo de oferta de segurança alimentar à população, além de melhorar o controle de estoques e validade dos alimentos”, acrescentou o diretor da cozinha social. “O sucesso da nossa prática resume-se em planejamento, incentivo a agricultura familiar, identificação do público, capacitação de funcionários e a interligação entre as secretarias e programas municipais, estaduais e federais”, concluiu Luiz Bazei.
