Nesta quarta-feira (04) foi homologado o resultado das eleições para os conselheiros administrativos e fiscais do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Municipais de Toledo (TOLEDOPREV). As eleições aconteceram de 26 a 30 de outubro, de forma online no site do município, e nos dias 29 e 30 em pontos fixos de votação no prédio da Prefeitura, na Caixa de Assistência aos Servidores Toledo (CAST) e no Sindicato dos Servidores Municipais (SerToledo). A posse dos eleitos acontecerá no fim de novembro, quando o Poder Executivo também irá indicar integrantes para o Conselho.
Para o Conselho de Administração foram eleitos dois titulares, Davi Calça e Misael Giane Avanci, e dois suplentes, Sirlei Theves Galvão e Rosi Meri Casagrande Poersch. Para o Conselho Fiscal, foi eleita como titular a servidora Noêmia de Almeida e Astor Pedro Christ como suplente. Para representar os servidores aposentados, Inês Jasinski Lima foi eleita a titular do conselho administrativo e Juarez Polachini como suplente. Angela Zonetti foi eleita a conselheira fiscal titular e Malgarete Frasson ficou como conselheira fiscal suplente. Neste mês ainda serão indicados três titulares e seus suplentes para o Conselho Administrativo e dois titulares e seus suplentes para representar o Conselho Fiscal.
Os conselheiros têm papel fundamental na gestão do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). “O Conselho de Administração é deliberativo nas suas ações e cabe a ele decidir questões de custeio de benefícios dos servidores, acompanhar a política de investimento e outras atividades. Já o Conselho Fiscal acompanha as atividades da coordenação e fiscaliza o cumprimento da legislação vigente”, explicou a coordenadora do TOLEDOPREV, Roseli Frabis Dalla Costa.
Em 2015 a eleição teve novidades. Pela primeira vez foi realizada a votação online, com o intuito de oportunizar a votação a todos os servidores. “Durante o desenvolvimento do sistema nós nos preocupamos com a segurança no momento da votação. Assim, foi solicitada a alteração da senha padrão dos servidores de forma criptografada”, comentou Roseli. A coordenadora também ressaltou a falta de adesão de voto dos servidores para a eleição dos Conselhos. “Apenas 19% dos servidores ativos votaram para os representantes. No caso dos aposentados, apenas 6%”.
O tempo de mandato dos conselheiros também foi alterado, passando de dois para três anos. “Essa mudança ocorreu diante da complexidade e do grau de conhecimento necessário para que os conselheiros pudessem realizar bem sua gestão. Na hora de deliberar e acompanhar a gerência, os conselheiros precisam passar por um treinamento e ter um conhecimento mínimo, além de realizar uma prova de qualificação junto a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA)”, afirmou Roseli.
